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Festival FARTURA BH transforma Belo Horizonte na capital brasileira da gastronomia

Praça José Mendes Júnior, em Belo Horizonte, transformou-se no pólo da gastronomia para o Fartura BH

Praça José Mendes Júnior, na capital mineira, transformou-se no pólo da gastronomia para o Fartura BH. Foto: Mural Comunicação

Belo Horizonte recebe entre os dias 27 e 28 de setembro o FESTIVAL FARTURA BH, evento que reúne – pela primeira vez – 70 chefs e produtores de 14 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal.  O palco na capital mineira para este grande espetáculo da gastronomia será a praça José Mendes Júnior, entre a Rua da Bahia e o Palácio da Liberdade. Ao todo, serão quase 80 espaços dedicados à venda de comida e bebida, além de 32 cursos e degustações, 18 atrações musicais, boutique e espaço kids.

Entre os chef, destaca-se Thomas Troisgros, do restaurante Olympe, do Rio de Janeiro. Filho do chef Claude Troisgros, Thomas é a quarta geração de um clã de chefs que construiu parte da história da gastronomia moderna. Sua casa foi eleita o Melhor Restaurante do RJ pelo Guia 4 Rodas 2012. No FESTIVAL FARTURA BH, Thomas vai preparar bouef bourguignon com açaí.

João Batista e Thomas Troigros, do restaurante Olympe, representando o Rio de Janeiro

João Batista e Thomas Troigros, do restaurante Olympe, representando o Rio de Janeiro. Foto Mural Comunicação

O evento, promovido pela mesma equipe do Festival de Gastronomia de Tiradentes, será realizado no sábado, de 12h às 22h, e no domingo, de 12h às 20h. Os ingressos devem ser trocados a partir do dia 18 por dois quilos de alimento, exceto fubá e sal, não perecíveis nas lojas do Supermercado Verdemar (Buritis, Raja Gabáglia e Sion) ou por uma doação de R$10 para o Servas (Serviço Voluntário de Assistência Social).

O FESTIVAL FARTURA BH trará para Belo Horizonte produtos de Norte a Sul do Brasil – do Oiapoque ao Chuí –, que foram mapeados em três anos da Expedição Fartura Gastronomia, sob coordenação do curador gastronômico Rusty Marcellini. Neste período, foram percorridos 48 mil km, por 16 estados e o Distrito Federal: Amapá, Roraima, Espírito Santo, Amazonas, Mato Grosso, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.

Alexandre Minardi, diretor de produção do Fartura BH

Alexandre Minardi, diretor de produção do Fartura BH Foto: Mural Comunicação

De acordo com o diretor geral do evento, Rodrigo Ferraz, a proposta é mostrar a relevância cultural e econômica destes produtores e cozinheiros descobertos durante as viagens pelo Brasil. “O FESTIVAL FARTURA BH tem como missão tornar público o que é nosso, o que pertence à nossa cultura. Minas Gerais é o destaque desta gastronomia brasileira. Por isso, Belo Horizonte é uma escolha natural para sediar o FESTIVAL FARTURA”, destaca.

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Segundo ele, a marca FARTURA vem exatamente dessa riqueza e diversidade, que torna o Brasil um verdadeiro continente de gastronomia: “Apesar de haver temperaturas mais acentuadas no Norte e no Sul, não temos climas extremos, com desertos ou áreas geladas. Isso permite que tenhamos uma enorme variedade de produtos, que vai do açaí, no Norte, às uvas, no Sul. Como diz o dito popular, basta jogar uma semente que no outro dia você terá uma árvore”.

Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes começa nesta sexta-feira desvendando as riquezas da gastronomia brasileira

O Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes percorreu, em 2014, mais de 11 mil quilômetros pelo Brasil, em busca dos ingredientes e produtos típicos das regiões brasileiras. Ao todo, foram 45 dias de entrevistas, com 95 pessoas, em 22 cidades do Amapá, Roraima, Sergipe, Alagoas e Espírito Santo. Todo o material coletado será transportado para as ruas de Tiradentes, de 22 a 31 de agosto, em forma de cursos, palestras e degustações.

Desde 2012, o Festival vem investindo no mapeamento da gastronomia nacional, por meio da Expedição Fartura Gastronomia. Em três anos, foram mais de 30 mil quilômetros percorridos, em 17 estados brasileiros. O objetivo, segundo o diretor geral do evento, Rodrigo Ferraz, é pesquisar e levar essa cultura gastronômica para as pessoas. “Procuramos mostrar um Brasil que as pessoas não conhecem”, destaca.

Para apresentar todo o conteúdo da pesquisa, o Festival preparou, para esta edição do evento, 60 cursos de gastronomia, 74 atrações culturais, 12 jantares (festins) com chefs de renome nacional e internacional, restaurantes na praça, além de lançamentos de livros, exposições, feiras e exibições de vídeos.

Festins

Uma das grandes novidades deste ano é que os festins acontecerão de forma mais integrada com a cidade, em restaurantes do centro histórico, aumentando o número de jantares por fim de semana. Ao invés de dois jantares por dia,como acontecia nas edições passadas, o público poderá escolher entre três opções diferentes – três na sexta e três no sábado – nos restaurantes Angatu, Via Destra e Pacco&Bacco. Os chefs irão preparar menus-degustação, que podem ser apreciados por meio de compra de convites que serão disponibilizados em uma central de vendas.

Juarez Campos (ES), Wanderson Medeiros (AL) e Solange Batista (AP),Thomas Troisgros (RJ),Mara Salles (SP),Leonardo Paixão(MG) e Jefferson Rueda (SP), que acompanharam as viagens da expedição deste ano, são alguns dos chefs nacionais convidados para os festins. Eles terão o desafio de aplicar, nos cursos e jantares, um pouco da cultura das regiões visitadas.

Na parte internacional do evento, cujo objetivo é promover o intercâmbio entre o Brasil e outros países, dois chefs mexicanos foram selecionados pela equipe do Festival, que esteve na Cidade do México em maio deste ano, durante a terceira edição do Mesamérica. Os chefs Benito Molina (apresentador do programa Benito Y Solange, da Fox Life, no México, e proprietário do restaurante Manzanilla, um dos principais destinos gastronômicos do país)e Xavier Perez Stone(chef do Cocina de Autor, no resort Grand VelasRivieraMaya, em Cancun, considerado o Chef do Ano, em 2012, pela publicação El Universal).

Cursos

Dentre os cursos previstos, destacam-se o de carne de tartaruga, com os amapaenses Solange e Morubixaba Batista, que irão ensinar a destrinchar um animal ao vivo no Festival; e o curso de preparação de cactos comestíveis, com um alagoano de apenas 17 anos, Timoteo Domingos, que faz experiências culinárias com o ingrediente comum na caatinga.

Haverá também curso de manipulação de carne de jacaré, com o criador Weber Girardi (Cáceres/MT); de chocolates, com o cacauicultor Diego Badaró, da AMMA Chocolate (Salvador/BA); e de palmito, com o produtor Maurício Magnago (Domingos Martins/ES), que vai falar sobre variedades, cultivo e usos na cozinha.

Cultura

A integração dos estados visitados pela expedição se dará também na parte cultural, com destaque para o encontro da amapaense Fernanda Takai e do capixaba Roberto Menescal, no primeiro dia do evento. Dentre as atrações musicais, haverá shows com grupos instrumentais regionais, como a CouttoOrchestra, de Sergipe, o Duofel, de Alagoas, e o Quinteto Amazon Music, do Amapá.

Gastronomia regional

A gastronomia do Espírito Santoseráevidenciada em Tiradentes com a utilização de produtos regionais e a participação de chefs capixabas que estiveram na rota da Expedição. A equipe irá levar para o evento um pouco da gastronomia típica de Pedra Azul, região com forte influência italiana, presente em produtos como os embutidos, polenta e massas. Some a isso uma culináriatipicamente litorânea, com os peixes e crustáceos, que compõem pratos símbolos do Estado (moqueca e torta capixaba).

DeAlagoas e Sergipe, os expedicionários selecionaram ícones da comida sertaneja, representada por produtos como a carne de sol e o queijo coalho. Esses Estados também têm forte influência litorânea e, por isso, é possível encontrar uma quantidade significativa de lagostas e frutos do mar.

Por último, Tiradentes irá conhecer um pouco da cozinha da região amazônica, por meio dos produtos mapeados em Roraima e Amapá, onde é possível encontrar frutas exóticas, desconhecidas de muitos brasileiros, como o bacuri e o cupuaçu. A Expedição acompanhou a cata do pitu, o camarão de água doce tradicional na região. Além disso, verificou uma forte influência indígena nos pratos desses estados, destacado no uso da farinha fermentada de mandioca e das pimentas. Um prato de Roraima que representou essa herança indígena foi a damurida, que leva peixe e é genuinamente apimentada.

Sobre o Festival

O Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes entrou no calendário da cidade mineira em 1998 e elevou o município a uma posição de destaque. Desde então, o evento vem contribuindo para a transformação da economia e movimentando a comunidade local. Só o setor de serviços – restaurantes, pousadas, bares e lojas – cresceu mais de 300% em 10 anos, segundo o IBGE, e já representava, em 2009, mais de 50% do PIB total da cidade.

Hoje o Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes contabiliza números surpreendentes: já recebeu chefs de 18 países – como Espanha, França, Itália, Argentina, Estado Unidos e Alemanha; registrou a participação de mais de 630 chefs de cozinha, 160 festins e 77.000 pratos servidos nos jantares; viabilizou a presença de chefs de renome internacional; e já envolveu diretamente mais de 5.500 profissionais.